Bill Gates e a IBM

Em 1980, Bill Gates soube de fontes seguras que a IBM, a maior companhia do mundo na época, estava planejando lançar o seu próprio computador pessoal. 

Rapidamente, Gates agendou uma reunião com os chefões da IBM e ofereceu o seu sistema operacional de graça. Ele disse: – eu não quero vender os direitos para vocês. Quero licenciar o programa.

Os executivos da gigantesca corporação concordaram. Naquela época os lucros estavam na venda dos computadores e não nos softwares.

Este acordo é considerado um dos maiores erros estratégicos do mundo corporativo. Em pouco tempo, os programas seriam muito mais valorizados do que as máquinas. Nos anos seguintes, enquanto o mercado de fabricantes de computadores se pulverizou entre vários concorrentes, o de programas passou a ter um único dono: a Mircosoft. 

Mas o mais impressionante nesta história é que, ao oferecer a solução para a IBM, Gates não tinha nada na mão. Teve que sair procurando algum programador que tivesse desenvolvido o programa por hobby. E encontrou: por apenas U$ 50 mil , adquiriu os direitos do software e o rebatizou de MS-DOS. Ou seja, o programa mais importante da Microsoft não foi criada por ela.

Depois disso, o resto é história. Com uma fortuna avaliada em U$ 100 bilhões Gates tem seu mérito por ter sido visionário ao enxergar que os programas virariam produtos. Ele inventou o negócio do software e graças a isso, se tornou uma lenda. 

O que podemos aprender com Bill Gates:

Ao fazer uma negociação com uma empresa muito maior, Bill Gates fez uma proposta irrecusável para a IBM – ofereceu o que ela precisava sem nenhum custo. Ele viu a IBM como um meio e não como o fim para alcançar o seu objetivo.

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